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Salinas de Maras: o que se vê no tour ao Vale Sagrado

Mais de 3.000 tanques de sal alimentados por uma única fonte subterrânea e trabalhados por famílias da comunidade de Maras, a 3.385 m. Só nas rotas VIP, às 09:30 durante 45 minutos, com uma entrada comunitária que o Boleto Turístico não cobre.

Altitude3.385 m
IngressoIngresso comunitário
EsforçoSuave
Centenas de tanques de sal brancos descendo em degraus pela encosta de Maras

O que se vê

Uma ravina de terraços brancos e ocres, cada tanque com poucos metros quadrados, enchido por turnos a partir de um canal de água salgada e deixado evaporar. As famílias colhem a crosta à mão; o sal é vendido na portaria.

Na prática

Uma trilha em descida pela borda alta dos tanques e a volta pelo mesmo caminho: suave, mas em altitude. Luz forte; leve óculos de sol. A comunidade vende a própria entrada na portaria, em soles ou adicionada à sua reserva.

Em que tour e a que horas

VIP com retorno a Cusco e VIP com término em Ollantaytambo: 09:30–10:15, entre Chinchero e Moray. As rotas Clássicas não passam por Maras. Maras e Moray em um dia.

Atualizado em 2 de outubro de 2026.

Perguntas relacionadas

Respostas curtas ao que mais nos perguntam. Se a sua dúvida é outra, escreva para nós.

Dá para caminhar entre os tanques?

Os visitantes ficam nas trilhas altas e nos mirantes; os tanques em produção são das famílias que os trabalham.

Por que a entrada de Maras é à parte?

As Salinas são propriedade comunitária, não um sítio arqueológico do Estado. A comunidade de Maras define e cobra a própria entrada.

Quando o sal está mais branco?

Na estação seca, de maio a setembro, quando é colhido. Nos meses de chuva as cores puxam mais para o ocre.

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